Crises são inevitáveis, mas a imagem da sua marca pode ser protegida com comunicação estratégica, coordenada e proativa.



















Uma vida construindo uma reputação que pode ser destruída em instantes. Por isso, é preciso agir rápido, de maneira estratégica e coordenada para minimizar os danos à imagem da marca.
Em uma crise, há uma batalha pela narrativa. Quem assume o controle antes, pode preservar ou destruir uma reputação. A precisão nos comunicados dá controle a narrativa.
Nas crises, responder bem às perguntas complicadas faz toda a diferença. Por isso, treinar as respostas antes de qualquer entrevista é essencial. Afinal, a improvisação não é amiga da reputação.
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Toda crise tem começo, meio e fim, se bem prevenida e administrada. Mas seus danos, nem sempre são reversíveis em pouco tempo. Tudo depende do impacto causado na reputação da marca e nos negócios da empresa. Mas todo dano pode e dever ser minimizado por meio da prevenção e da preparação prévia das corporações para o enfrentamento de uma crise.
Varia de acordo com o início do trabalho de contenção de crise, quanto antes começar menor os danos e mais rápido passa.
Presidente, gestor de marketing e/ou comunicação e todas as demais áreas internas envolvidas diretamente com a situação de crise, que pode ser as áreas de Segurança, TI, RH, Operacional e outras.
Sim. Quando contratados, ficamos de plantão.
É possível reverter parte dos danos à reputação da marca, por meio de um trabalho de recuperação de imagem, organizando uma agenda propositiva que apresentem pontos positivos da empresa, sempre com muito cuidado para não gerar questionamentos relacionados à recém crise vivida.
Para marcas que precisam ser vistas como referência pela a imprensa, pela opinião pública e por inteligências artificiais.
Para marcas que querem ter uma estratégia de longo prazo criando conexões verdadeiras com seus clientes.
Para marcas que precisam que seus porta-vozes saibam responder as perguntas e se comunicar com clareza.